USO CLÍNICOS DA INSULINA E OUTROS ANTIDIABÉTICOS INJETÁVEIS

Os pacientes que convivem com diabetes do tipo 1, necessitam de tratamento com insulina em longo prazo. Frequentemente, é usado uma preparação de ação intermediária, como por exemplo, a insulina isófana, ou um análogo de ação prolongada, como por exemplo, a insulina glargina, com uma insulina solúvel ou um análogo de curta duração: insulina lispro, administrada antes das refeições.

Durante as emergências de pacientes que têm diabetes, como no caso de cetoacidose diabética, a insulina solúvel é utilizada por via intravenosa (na veia). Aproximadamente 1/3 dos pacientes que tem diabetes tipo 2 acabam necessitando de tratamento com insulina.

A insulina é utilizada no tratamento em curto prazo de pacientes que vivem com DM 2 ou com intolerância à glicose durante eventos intercorrentes, como no caso de cirurgias, infecções, IAM (Infarto Agudo do Miocárdio). Além disso, pode ser útil no diabetes gestacional a qual não está sendo controlado com dieta.

Na ocorrência de hipercalemia, a insulina é administrada junto com a glicose com a finalidade de reduzir o K+ extracelular por meio de redistribuição para o interior das células. Em suma, além dos fármacos orais, pode ser usada a exenatida no DM 2, cuja finalidade é auxiliar o manejo da glicemia e estimular a perda ponderal.

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