As pessoas ainda demonstram bastante insegurança e relutância em participar de qualquer pesquisa clínica, pois, devido aos estigmas sociais, acabam se considerando cobaia.
Durante o período da Segunda Guerra Mundial, os médicos nazistas faziam experimentos em seus prisioneiros sem que houvesse o consentimento deles. Com isso, surgiu a necessidade de se criar um documento para proteger os participantes de pesquisas clínicas: o código Nuremberg (1947), esse o qual define que a participação numa pesquisa clínica deve ser voluntária e que pode haver desistência do participante em qualquer momento da pesquisa.
Após ser publicado o Código de Nuremberg, outros documentos importantes foram surgindo a partir deles, todos com o objetivo de reforçar a importância da participação de forma livre e esclarecida, acompanhada de um termo de consentimento assinado pelo participante.